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O que visitar em La Paz

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Os mais visitados em La Paz
Cidades en La Paz
Ruas de La Paz
(23)
Reservas Naturais en La Paz
Vale da Lua
(22)
Praças en La Paz
Praça Murillo
(17)
Igrejas en La Paz
Igreja de São Francisco
(13)
Ilhas en La Paz
Ilha do Sol no Lago Titicaca
(15)
Estradas en La Paz
Caminho para a estrada da morte
(11)
Reservas Naturais en La Paz
Monte Chacaltaya
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Ruas en La Paz
Calle Jaén
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Lagos en La Paz
Estreito de Tiquina
(5)
Catedrais en La Paz
Catedral Metropolitana de La Paz
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Mercado das Bruxas
(7)
Mercados en La Paz
(8)
Praças en La Paz
Plaza del Montículo
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Museus en La Paz
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Calle Jaén
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Ruas en La Paz
Ruas en La Paz

107 lugares que ver em La Paz

Cidades en La Paz
Ruas de La Paz
(23)
Nuestra Señora de la Paz é a capital admnistrativa da Bolívia, e a mais alta do mundo. A cidade colonial, que se encontra no centro da cidade actual, está mais abaixo dos bairros restantes, os quais não faz falta visitar. As ruas são típicas das cidades coloniais da América do Sul. No entanto, devido à sua topología montanhosa, aqui foi mais difícil organizar a cidade em blocos perpendiculares, como por exemplo, no México ou no Chile. As ruas são tortas e desniveladas, ora se sobe ora se desce, o que com a altura e o ar cada vez mais difícil de respirar pode dificultar a sua visita. É um sítio muito barato! Aqui pode-se dormir por 3€ por noite, comer por 1€ e a maioria das visitas são gratuitas. Há uma zona residencial muito bonita, mas muito calma, onde não há grande animação nem sítios de interesse, além de casas modernas fantásticas. A avenida central chama-se "El Prado", é uma informação importante para orientação na cidade. No centro colonial, há muitas casas bem conservadas, com varandas de madeira pintadas em cores vivas, que dá um ar fresco e agradável. Visitar o mercado das bruxas permite saber um pouco mais sobre a magia aimará.
Reservas Naturais en La Paz
Vale da Lua
(22)
Quem vai a La Paz tem que visitar o Vale de La Luna. Quando eu fui, fez parte do city tour da cidade ir até lá, é barato pra entrar e é interessante como ele sempre muda. A erosão faz com que a cada ano que se visita o local se veja um "local diferente". É muito interessante ver que se mantém desta forma há anos! Fomos só até metade do caminho do Vale, e é bom ir antes do anoitecer para conseguir visualizar melhor o lugar.
Praças en La Paz
Praça Murillo
(17)
Andamos cerca de 4 quadras da Iglesia de San Francisco rumo a Calle Comercio, subindo uma ladeira cansativa, mas transponível. Até lá não havíamos sentido o efeito da altitude como muitas pessoas relatavam. A plaza é muito bonita e repleta de prédios antigos, dentre eles, o palácio do governo boliviano, a catedral de La Paz e o famoso hostal Torino.
Igrejas en La Paz
Igreja de São Francisco
(13)
O primeiro ponto turístico que fomos visitar foi a Iglesia de San Francisco, que fica na Calle Sagarnaga que é a principal igreja de La Paz, construída em 1548, destruída em 1610 por uma nevasca e reconstruída em 1784. É uma construção de se admirar pelos detalhes e pela grandeza. No dia que a visitamos, estava ocorrendo uma homenagem aos padeiros de La Paz, com distribuição de pão para a população, muito interessante. Normalmente as imagens da igreja são feitas de uma distância considerável, pegando na foto a igreja em sua totalidade. Isso não foi possível, pois estavam construindo um viaduto e o espaço livre que havia em frente a igreja estava interditado. Ao lado da igreja, na Calle Sagarnaga, encontramos um mercado de artesanias (artesanato) muito interessante. Foi aonde encontramos o melhor qualidade com o melhor preço. Compramos várias gorros mochileiros pagando por cada um Bs. 14, pechinchando muito é claro. Subindo essa mesma Calle, você pode encontrar outras lojas de artesanato, de qualidade um pouco inferior.
Ilhas en La Paz
Ilha do Sol no Lago Titicaca
(15)
em Harmonia Se você quiser vê-lo na íntegra, você tem que organizar seu tempo e saber caminhar a um bom ritmo, o que exige certo esforço, mas é necessário para finalmente comer alguns "abacaxi" - milho assados ​​que são para morrer. Uma bênção para o xamã, nunca dói.
Estradas en La Paz
Caminho para a estrada da morte
(11)
O Passeio a Coroico, uma cidade proxima a La Paz só vale porque passamos pela estrada da morte. Há quem faça de bicicleta o passeio. Eu fiz de vã mesmo. Se fosse hoje não iria a Coroico mas passaria para conhecer a estrada da morte na Bolivia. Nos explicaram que é a estrada mais perigosa do mundo pois há uns 7 anos era o único caminho para aquela região e a estrada só dava pra passar quase que um carro por vez, mas era ida e volta! E os caminhões vinham em alta velocidade e muitos já morreram ali. Atualmente é só ida e já construíram um caminho alternativo para a volta.
Reservas Naturais en La Paz
Monte Chacaltaya
(7)
Logo após o café da manhã, o onibus vem nos buscar na pousada para os passeios em Chacaltaya e no Vale de La Luna. No onibus, para variar, mais brasileiros. Mas, o mais engraçado era um casal. Eu e o Anderson, com frio e levando mais blusas e o casal lá: chinelo, bermuda e a menina, all star, blusinha. Eu achei que eles moravam na região da Escandinavia, mas não, eram dois turistas sem noção do que viria pela frente. Chegamos no Chacaltaya ! o Vale é muito bonito. Ali já foi a estação de esqui mais alta do mundo, hoje sofre com o aquecimento global. Para vocês que não estão nem ai para o Meio Ambiente e a Natureza, não se preocupem que logo mais afetará a gente tambem. Lembram do casal ? subiram 20m e voltaram para a van Friozinho e a altitude ali pesam. Subimos uns 200m e estávamos no cume. Para a gente foi fácil, já estamos aclimatados e acostumados... quem diria. Chegamos no topo, 5.392m. Parecia que o Huayna Potosi estava do ladinho. O Huayna ficou para outro ano. Brincamos um pouco com o restante da neve que tinha por lá. Mesmo pouco, fiquei satisfeito e feliz. Fomos para outra ponta, vimos uma laguna, vermelha alaranjada muito bonita. Depois descemos o morro, brincando. e o casal dentro da van. muitos sem noção, dou risada até agora. Do Chacaltaya fomos para o Vale de la Luna
Ruas en La Paz
Calle Jaén
(8)
Depois de visitar a plaza, fomos para a Calle Jean, que fica cerca de 6 quadras da plaza. Essa sim é uma Calle diferente dos padrões bolivianos. Bem arrumada e conservada, além de tudo sem muito movimento. Lá se encontram a maioria dos museus da cidade (Museo del Litoral, Museo de Metales Preciosos, Museo de Instrumentos Musicales, Museo Casa Murillo e Museo Costumbrista Juan de Vargas).
Lagos en La Paz
Estreito de Tiquina
(5)
Para chegar a La Paz desde Copacabana tem que atravessar o estreito de Tiquina, seja em pequenos barcos, se vamos de pedestres, ou em balsas e barcaças, se levamos o carro. As vistas sobre o Lago Titicaca são espetaculares e tem uma largura de cerca de 780 metros. Um dos sinais curiosos que você vê na margem é o que reclama a saída ao mar para Bolívia, um eterno conflito com o Peru desde 1879 maundo Bolívia perdeu o acesso ao mar, depois da Guerra do Pacífico.
Catedrais en La Paz
Catedral Metropolitana de La Paz
(3)
A Catedral de Nossa Senhora da Paz está localizado na Praça Murillo. É no estilo neoclássico e foi construída em 1831. No interior das colunas que sustentam o edifício são de estilo coríntio. Os planos da fachada do templo está dividida em dois corpos, foram preparados por Antonio Camponovo.
Mercados en La Paz
Mercado das Bruxas
(7)
É um dos mercados mais originais do mundo. Além das lojas e bancas de artesanato, cheias de tecidos de cores garridas, aqui vende-se muito do que faz parte das crenças do povo andino: As ervas e os remédios ancestrais, as folhas de coca que ajudam a combater a fome e os efeitos da altitude, os fetos de lama que se enterram nas fundações de cada nova casa, num pedido de protecção à deusa Pachamama.
Mercados en La Paz
(8)
Praças en La Paz
Plaza del Montículo
(8)
Um parque com uma vista perfeita da cidade de La Paz e varias histórias românticas. O nosso guia na cidade boliviana nos contou que esse era o lugar onde a maioria das meninas davam o seu primeiro beijo... A gente passou por esse parque no meio da tarde e vimos vários meninos preparando o cenário: fontes, arcos, cartazes e coisas de decoração. Certeza que estavam preparando o ambiente para dar o primeiro beijo na amada antes do pôr do sol.
Escalada en La Paz
(3)
Escalada en La Paz
Escalada no gelo em Huayna Potosí
(2)
Nós que curtimos fazer trilhas e montanhas no Brasil, todo dia sonhamos em conhecer um nevado. Como será que vamos nos sair, como o organismo vai agir ?? Essas e outras perguntas ficam martelando em nossas cabeças. E chegou o grande dia :) Bom, chegamos em La Paz, ficamos praticamente dois dias só fazendo passeios lights e ou compras para se adaptar a altitude e não se cansar muito. Procuramos várias agências, ficamos entre 3 e escolhemos uma que nosso amigo Leo, nos indicou e que tinha abrigo próprio. Huayna Tour na Calle Sagarnaga #398, esquina com a Lhampu. Custou cerca de 900 bolivianos para cada, tudo incluso: - 3 dias - Van ida e volta - Roupas e equipamentos - Dois refúgios - Almoço nos 3 dias, Jantar em dois e 2 desayunos - Guias Só levamos uma garrafa de 2l de agua e bastante chocolate. A van chega até o primeiro refúgio. Ele fica ao lado de uma bela lagoa, estava muito frio e neblina. Por dentro voce não sente muito, tem várias bandeiras de outros países, a do Brasil, tinha de uma conterrânea de Itatiba (Lisia). Logo já estávamos na mesa almoçando. Sopa de entrada como sempre. Meia hora depois, estávamos todos vestidos para ir para a neve. Com tudo que tem direito, roupas impermeaveis, botas de plastico, piolets e crampons. O tempo não estava dos melhores. Nevasca e chuva. E la fomos nós no meio da neblina, da neve... muita emoção. Andamos por quase uma hora até uma parte com bastante neve, ali o guia nos ensinou a andar na neve, usar os piolets e até escalamos uma parede de uns 20m. Cansou eim. Até ali eu estava me sentindo bem na altitude. Só o resfriado que tinha me pegado e o nariz vivia "endubido". Voltamos para o refúgio, trocamos a roupa e ficamos enrolando até o jantar. Ah claro, minha barriga quase fez eu estrear na neve, por sorte deu tempo de chegar seguro. Dentro do refúgio, ninguém quis tomar banho. Acendemos a lareira (A calefação prometida pela dona da agência não existia) e ficamos na sala. Anderson, passou bastante frio. Quase desistiu. O segundo dia seria de boa. Saída programada do refúgio às 13h. Até lá muito tempo para dormir e comer. Faz parte da adaptação. Acordamos no segundo dia, era cedo... fizemos o desayuno. O Anderson levantou melhor e voltamos a dormir até a hora da partida. Saímos logo após o almoço. A caminhada seria de 5h até o refúgio 2, a 5.300m. Ficamos preocupados com o tempo no segundo dia, os guias tambem. Mas deu tudo certo, o tempo melhorava e piorava... Deu para prosseguir até o segundo refugio. A subiba é braba e estávamos andando na neve. Nesse trecho carregamos as cargueiras com saco de dormir, agua, a nossa roupa, os piolets, crampons.... O Willian não conseguia baixar os batimentos cardíacos e resolveu voltar para o refugio 1. O Anderson e o francês seguiam bem. O Fabio acompanhava a Vivi que não estava se sentindo bem porcausa da altitude. Eu estava andando devagar, mas bem. Chegamos no Refugio 2 por volta das 5h da tarde. Ainda era dia. O tempo começou a limpar para alegria de todos. Deu aquela animada. O Refugio 2 é um caixote de aluminio, forrado, pequeno no meio da neve. Para nós era um luxo. Tirando a goteira que caia em mim a noite toda. Tomamos um chá e deitamos. Meia noite tínhamos que estar de pé para o ataque ao cume. A noite quase ninguém conseguiu dormir. quem conseguiu era acordado. Vivi estava passando bem mal. Acordamos a meia noite. tomamos um mate de coca, arrumamos nossas mochilas de ataque com agua e chocolate. Até colocar toda aquela roupa e equipo, demorou. Saímos era uma da manhã. Cada par era amarrado em um guia. Eu fui com o Anderson, amarrado no guia Zé Pequeno, como ele dizia (como o filme). A noite o céu estava estrelado e a neve também... você anda olhando para a trilha, não enxerga os precipícios, só a neve e aquele monte de brilho. Quando olhava para o lado, você pisava fora da trilha, sua perna imediatamente entrava mais de um metro na neve. muito fofa, devido a nevascas dos dias anteriores. A trilha até o cume leva entre 6 a 8h depende da velocidade. Aliás que velocidade ? Cada metro que voce sobe, sua perna pesa mais e falta mais o ar. O frio que eu senti no El Misti (sem equipo) para mim agora não era problema. Estava confortável, só o folego que faltava as vezes. É só subida. No caminho encontramos com alguns grupos. Depois do desfalques do Willian e da Vivi, foi o Fábio que resolveu abortar devido ao frio que estava passando. Eu sei como é, no El Misti meus dedos congelaram, o raciocínio fica lento. Você quer continuar mas o corpo trava. O Anderson, o Frances que estava em nosso grupo e eu continuamos. Mais para frente, o caldo começou a engrossar, tive que escalar no gelo. O guia subiu na frente, fez uma ancoragem, e depois seguiu eu e o Anderson. Altura voce nao ve nada porcausa da escuridão, mas falta um pouco de respiração e a mão congela. Tudo novidade para mim. Muito legal. Quando chegou nos 5.800 e pouquinho, perguntei a altitude para o Zé Pequeno (guia) ele me confirmou e falou que faltavam umas 2h ainda para chegar no cume. Eu vi que estava um pouco lento em comparação aos outros grupos que passaram por mim, já tinha batido meu recorde em montanha, curtido tudo aquilo, resolvi voltar. Depois que o sol nasceu, até deu um arrependimento, mas foi um sonho realizado. Faria tudo de novo. Na volta, mesmo com a roupa, sua espinha gela de ver aquela montanha branca, os precipícios, os paredões, as pegadas... Estava tão besta que perdi meu case da câmera, ele foi rolando lentamente até um mega buraco. sem chances de alcançar. Daqui um 30 anos, quem sabe alguém não ache. O Anderson e o Francês continuaram. Cheguei no refugio 2 suando, incrível como o sol bate e esquenta tudo, mesmo na neve. Fiquei do lado de fora apreciando tudo aquilo. Depois de 3h chegou o Anderson feliz da vida por ter alcançado o cume. Também curti, alias o rosto de todos era felicidades por estar ali. Agora faltava se juntar ao Willian, seguimos até o refugio 1, descida lenta porcausa da neve, das pedras e dos penhascos... E lá estava o refúgio 1 sem neblina, com aquela lagoa verde esmeralda fantástica. Willian estava de patrão, banho tomado, sozinho... mesa feita. Comemos mais uma vez., nos preparamos e em seguida estávamos na van de volta para La Paz. Menção honrosa a todos meus amigos que me ajudaram com uma grana em La Paz, senão teria voltado antes para o Brasil. Valeu de coração :) Recomendo esse passeio a todos, mesmo aqueles que não estão preparados, ir até o Refúgio 1 e depois andar e escalar na neve, vale a experiência. O cume faz parte, o conjunto e a experiência são maravilhosos :)
Museus en La Paz
Museu da Coca
(2)
Não há turista que não passe por neste pequeno museu, de instalações modestas. Lá dentro podemos seguir a importância da folha de coca na preparação de medicamentos, a sua utilização no dia-a-dia, como meio de combater a fome e auxiliar o corpo à vida em altitude, bem como a vertente ilegal de produção de cocaína.
Museus en La Paz
Museu de Instrumentos Musicais da Bolivia
(4)
Passando pela famosa Calle (rua) Jean, no centro de La Paz, você vê o Museu de instrumentos musicais da Bolívia. È baratinho para entrar e você vai visitar instrumentos no mundo todo. Até brasileiros, americanos, etc. Desde instrumentos rudimentares e do tempo antigo até os dias de hoje, os descobertos nos locais e os que mais são usados. Minha câmera acabou a bateria no meio deste museu e por isso não pude tirar tantas fotos quanto gostaria, inclusive de uma casaca, um instrumento capixaba, que se não me engano havia lá.
Lagos en La Paz
Huatajata
(4)
Pela Semana Santa, centenas de peregrinos partem a pé em direção ao Santuário de Copacabana, no Lago Titicaca, no Departamento de La Paz. Hutajata é um vilarejo que se encontra no meio do caminho, onde você pode apreciar de uma maneira muito melhor o estilo de vida em torno do enorme lago.

O que visitar e o que fazer em La Paz



Começamos nossa viagem através
dos locais a visitar em La Paz que
mais atraem os turistas para a capital da Bolívia, que acolhe mais novos visitantes
a cada ano. Comece com um templo inescapável para ver em La Paz, a Basílica de San Francisco, que é um emblema
do país. Este é o edifício religioso mais importante e complementa-se
perfeitamente com Praça onde se localiza e que tem o mesmo nome. É, sem dúvida,
o melhor exemplo da arte barroca em La Paz. O mercado de artesanato é outra atração turística em La Paz. Ele vai catapulta-lo
para a época colonial, aqui pode comprar produtos locais e entrar em contato
direto com a cultura indígena local. Aceder aos mais altos lugares da cidade
irá permitir-lhe apreciar o panorama, bem como todos os locais a visitar em La
Paz. A cidade, que fica mais de três mil metros acima do nível do mar, é
cercada por formações argilosas incríveis de contemplar. Fora das fronteiras
metropolitanas está o enigmático Lago Titicaca, só a 30 km do centro, mas a
viagem ao lago vai ser uma das coisas mais
enigmáticas para fazer em La Paz. Conclua a visita com algumas das melhores
atrações e coisas para fazer em La Paz: excursões pelas paisagens naturais de
florestas húmidas.