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O que visitar em Cremona

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Igrejas en Cremona
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Igrejas en Cremona
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Igrejas en Cremona
Igreja de Santo Omobono
Igrejas en Cremona
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Igrejas en Cremona
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Igrejas en Cremona
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Igrejas en Cremona
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Igrejas en Cremona
Igrejas en Cremona
Igrejas en Cremona
Igrejas en Cremona
Igrejas en Cremona
Igrejas en Cremona
Palácios en Cremona
Palazzo Comunale
Palácios en Cremona
Palácio Trecchi
Palácios en Cremona
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Palácios en Cremona
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Palácios en Cremona
Palácios en Cremona
Palácios en Cremona
Palácios en Cremona
Palácios en Cremona

52 lugares que ver em Cremona

De interesse cultural en Cremona
Cremona
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Cremona está situada no sul da Lombardia às margens do rio Po e, do outro lado do rio, na região Emilia-Romagna encontra-se a cidade de Piacenza, a 30 km. A origem da cidade é incerta, mas tudo indica que Cremona nasceu no período pré-romano. Segundo alguns historiadores, um troiano fugira da cidade destruída e teria fundado Brimonia que, com o tempo, passou a chamar-se Cremona. Para outros, o fundador teria sido um companheiro de Páride chamado Cremone. Existe uma lenda onde aparece Hércules como o fundador. Cremona foi fortificada pelos romanos em 218 a. C. Em 69 d. C. Foi circundada e destruída por Vespasiano, que em seguida a reconstruiu. De centro importante e vital da área padana, a cidade foi esquecida por um longo período, sendo citada muito esporadicamente em raros documentos ou lembrada como berço de algum personagem histórico. A cidade renasceu durante a Idade Média, participou de diversas lutas e guerras, foi desmembrada, reunificada e controlada pelo clero. Poucas cidades da região têm uma história rica de eventos e patrões como Cremona. Que, apesar de tudo, sobreviveu mantendo suas tradições, sem deixar de absorver as novidades de outras culturas. Cremona é conhecida pela torre construída ao lado da Duomo, chamada “Il Torrazzo di Cremona”. É a torre construída com tijolo à vista mais alta da Itália, sendo inferior somente à torre do Duomo di Mortegliano, na província de Udine, que, porém, é de cimento. Além disso, o Torrazzo é uma das torres campanárias mais altas do mundo, superada somente pela torre da Catedral de Landshut, na Baviera. A torre pode ser visitada, mas somente por quem tem pulmões e coração em boas condições. Mas não só de guerras e arquitetura consturiu-se a história de Cremona. A cidade possuía um importante porto fluvial, abrigou o papa Bento IX (o papa menino) e – o mais interessante – é um importante centro produtor de cultura e gastronomia. Foi em Cremona que nasceu e viveu Antonius Stradivarius, deixando um legado de música cultuado e estimulado até os nossos dias. É desnecessário dizer que a melhor escola de luthier do mundo está situada em Cremona e que suas ruas e vielas abrigam muitas oficinas onde violinos e outros instrumentos são produzidos com a mesma qualidade artesanal há séculos. Como se não bastasse, o delicioso torrone teria sido inventado ali e sua forma imitaria a forma do Torrazzo.
Catedrais en Cremona
Cremona Cathedral
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O Duomo de Cremona, a catedral dedicada a Nossa Senhora da Assunção, foi edificada no início do século XII e representa, do ponto de vista artístico, um dos principais exemplos da arquitetura religiosa do norte da Itália. Domina a Piazza del Comune, fulcro e coração da antiga cidade medieval. Se encontra no ponto mais alto da cidade, formando com o Torrazzo (a torre anexa) e o Batistério o pólo da vida religiosa. O Duomo é a sede episcopal da Diocese de Cremona. Na praça encontra-se o Pallazzo Comunale (a Prefeitura) com a Loggia dei Militi, centro da atividade civil e política. Essa organização urbanística tipicamente medieval caracterizava, além de Cremona, grande parte das antigas cidades da Itália setentrional e é a prova de uma relação de recíproca troca entre os poderes político e religioso. À época da construção da catedral, Cremona gozava de grande prestígio, graças a uma série de sucessos no campo militar e a condições económicas favoráveis. O local escolhido para a construção era o mais alto da cidade e próximo ao original “castrum” romano, reparado das enchentes causadas pelas cheias do rio Po. No local escolhido existiam duas antigas igrejas, dedicadas a Santo Stefano e Santa Maria, demolidas para permitir a construção do novo templo. A primeira pedra foi colocada em 26 de Agosto de 1107. Em 3 de Janeiro de 1117 um devastante terremoto danificou a Catedral, que foi reconstruída com muitas diferenças em relação ao projeto original. Sucessivas modificações e restauros modificaram ainda mais a construção. O complexo do Duomo, o Batisttero e o Torrazzo encontra-se destacado do resto do tecido urbano, circunscrito por ruas e praças, depois de uma série de demolições nos imóveis adjacentes no início do século XX. O Torrazzo de Cremona, a torre anexa à Catedral, é o símbolo da cidade lombarda e mede 112,27 metros de altura, sendo a segunda torre campanária mais alta da Itália. 502 degraus: é necessário muito fôlego, mas o Torrazzo, assim como o torrone, são um capítulo à parte na história de Cremona.
Monumentos Históricos en Cremona
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Teatros en Cremona
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Museus en Cremona
Igrejas en Cremona
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Praças en Cremona
Piazza Stradivari
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A Piazza Stradivari em Cremona forma um “L” e é fruto de diversas mudanças no tecido urbano, mantendo sempre a sua vocação comercial, marcada pela presença histórica da feira que acontece duas vezes por semana desde 1780. Denominada “Platea Capitanei” do século XIV ao século XVI por causa da torre e do prédio ocupado pelo Capitano del Popolo em 1270. Chamada “Platea Parva” no mapa produzido por Antonio Campi em 1853 e mais tarde traduzida como Piazza Piccola, como um apêndice da Platea Maior, ou Piazza Maggiore, como era chamada a atual Piazza del Comune, poucos metros mais acima. A praça passou por diversas transformações, mas a sua localização central a manteve como centro dos acontecimentos, vizinha que é da praça principal da cidade. É na Piazza Stradivari que se recebem visitantes ilustres, eventos culturais. Do mesmo modo, mudou de nome algumas vezes, no decorrer dos séculos. Até 1999 se chamava Piazza Cavour, em homenagem a um herói nacional. Foi então rebatizada em homenagem ao cremonese mais ilustre, sinônimo de violino em todo o mundo: Antonio Stradivari, cuja estátua se encontra no ângulo de intersecção da praça em que se forma o “L”. A estátua é uma obra contemporânea do escultor milanês Floriano Bodini, em que o mestre luthier é representado com um aluno que recebe um violino. Música, tradição e cultura, além de uma gastronomia rica e convidativa, estão bem representados nesta que é a praça dos cremoneses.
Igrejas en Cremona
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Monumentos Históricos en Cremona
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Monumentos Históricos en Cremona
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Palácios en Cremona
Palazzo Comunale
O Palazzo Comunale de Cremona é de origem medieval e sua estrutura permaneceu inalterada até o século XV. O austero edifício foi construído a partir de 1206, como testemunha uma lápide na fachada, com uma planta irregular típica do “broletto” lombardo (na Era Medieval, broletto era como se chamava a praça onde ocorriam as assembleias populares). Em 1245 a estrutura foi ampliada e passou a englobar a torre cívica. Outras intervenções importantes aconteceram a partir da segunda metade do século XV, até a atual forma da fachada, obra de Voghera, onde é possível reconhecer três elementos distintos: Os pórticos com arcos agudos, as janelas restauradas em 1496 e a coroa merlada. Sob o pórtico se conservam alguns afrescos originais do século XI. Hoje, no antigo edifício do século XI com decorações quinhentistas, o piso superior hospeda a coleção cívica que tornou famosa a cidade como capital mundial da lutheria: “Gli Archi di Palazzo Comunale”. Mas outras salas despertam o interesse do visitante, como “La Sala della Giunta”, o salão onde se reúne a Câmara de Vereadores da cidade. Com o Torrazzo, a Catedral, o Battistero e a Loggia dei Militi o Palazzo Comunale constitui o cenário arquitetônico de uma das mais belas praças medievais da Itália.
Informação Turística en Cremona
Ponte de ferro sobre o rio Po
A Ponte sobre o rio Po que liga as províncias de Piacenza (região da Emilia-Romagna) e Cremona (região da Lombardia) é de ferro e está ao lado da ponte ferroviária. Piacenza e Cremona são duas cidades do Império Romano e ambas possuem mais de dois mil anos. Antigamente a travessia era feita por barcos, até que a primeira ponte foi construída, sabe-se lá quando. O certo é que existem poucos registros sobre as diversas pontes que continuavam a ser construídas cada vez que o rio Po se espalhava pelas margens, inundando tudo e arrastando barcos, pontes e construções às suas margens. O problema, segundo se conta na cidade de Cremona, era o hábito de se construir pontes pequenas muito próximas a água. A ponte de ferro que resiste até hoje foi construída em 1860 seguindo as observações de antigas inundações. Uma ponte alta e distante das margens, para resistir as cheias caprichosas do rio. Como o projeto inicial não previa uma cheia maior que as anteriores, a ponte sofreu com uma nova inundação maior que o esperado. A ponte foi reestruturada em 1892 pela Società Nazionale delle Officine, uma empresa especializada em construção e reforma de estradas de ferro e pontes. A ponte de ferro hoje recebe um tráfego pesado e constante, resistindo sem problemas. É, também, a passagem obrigatória para os diversos circuitos ciclísticos que ligam Piacenza a Cremona. Uma zona agrícola povoada de vilarejos e tradições. Só de bicicleta é possível conhecer os segredos da região.
Circuito Ciclismo en Cremona
Ciclovias de Cremona
A bicicleta é um meio de locomoção muito prático, pois permite conhecer lugares e paisagens às vezes inacessíveis com outros meios. Além disso, não polui, é silenciosa (às vezes) e permite longos passeios com pouco esforço. É possível conhecer boa parte da Europa pedalando uma bicicleta. A Itália não é exceção. A zona entre Piacenza e Cremona é ideal para longos passeios em bicicleta e alguns circuitos facilitam o deslocamento em duas rodas. Existe, por exemplo, o itinerário do Parque do Po e do Morbasso, com um circuito de 12 quilómetros planos em meio ao verde, à beira do rio Po. O percurso inicia-se em Cremona, no Largo Marinai d’Italia e prossegue às Colonie Padane até atingir a Strada Alzaia del Po. Diversos são os pontos panorâmicos, com atracões naturais, arquitectónicas e históricas. Mesmo em um dia de Inverno, quando a temperatura subir além do zero grau, é possível passear – sem pressa – pelo circuito. Companhia não vai faltar. Caso o ciclista chegue em Cremona de Piacenza, após atravessar a ponte de ferro que separa as duas províncias – e a região da Emilia-Romagna da região da Lombardia – com uma agradável travessia sobre o rio Po, basta virar à direita logo após a ponte e seguir pela beira do rio. Bom passeio!
Jardins en Cremona
Parco Maffo Vialli
O Parco al Po, como é chamado o Parco Maffo Vialli, em Cremona, é uma das muitas áreas verdes da cidade. Como a relação entre Cremona e o rio Po sempre foi muito estreita, era de se esperar que muitas das atividades de lazer se concentrem às margens do rio. Com algumas instalações esportivas dentro do parque é impossível encontrá-lo vazio. Também é utilizado para eventos culturais, durante os meses mais quentes do ano. Com uma fauna rica e sempre em movimento – a passagem de pássaros migratórios é realmente alta – que nos dá a certeza de que não apenas nós apreciamos a beleza preservada do local. Rica também é a flora que se observa nos muitos caminhos e trilhas sob as árvores. Pic-nic ali é certeza de sucesso e mesas não faltam. Circuito ciclístico, campos de futebol, pista de skate, percurso para jogging, clubes náuticos e poliesportivos, piscinas, campos de ténis, pista de patinagem e campo de boccia. Deu para entender que as atividades de lazer de Cremona acontecem na beira do rio? Pois saiba que o Museu de História Natural também está instalado no parque, além de um pequeno porto. Tudo isso em meio ao verde e circundado por plantações de feno, muita história e uma cidade mágica a ser descoberta aos poucos.
Igrejas en Cremona
Igreja de Santo Omobono
Omobono Piazza Omobono, 1 Vez ou outra descobrimos personalidades muito conhecidas localmente, mas completamente desconhecido para a grande maioria. Santo Omobono é o santo padroeiro de Cremona, cidade da Lombardia, na Itália. É, também, considerado o protetor dos mercadores, trabalhadores na área textil e alfaiates. Omobono Tucenghi era um hábil comerciante de tecidos, muito respeitado na cidade. Casado e sem filhos, usava o dinheiro para ajudar os mais necessitados, além de acolher crianças abandonadas e conciliar famílias. Enfim, um homem conhecido e muito respeitado em Cremona. Numa manhã do Outono de 1197, na igreja de Santo Egídio, Omobono se encontrava – como sempre – no lugar que ocupava durante a missa. Alguém notou que ele empalideceu repentinamente e foram em seu socorro. Improvisamente, sem emitir um som, Omobono faleceu. A notícia se espalhor rapidamente e uma grande multidão correu à igreja. No exato momento em que se entoava no altar um canto de glória, Omobono deixava a vida. Logo começara as vozes sobre milagres e a tumba de Omobono virou local de pelegrinagem. O papa Inocêncio III promove a canonização em 13 de Janeiro de 1199, menos de dois anos depois da sua morte. A igreja de Santo Egídio passou, então, a ser dividida com Santo Omobono
Palácios en Cremona
Palácio Trecchi
O Palácio Trecchi, em Cremona, foi inaugurado em 1496 e é hoje um importante e ativo centro cultural na vida cremonese. O edifício teve a sua origem no sangue de Gian Maria Visconti, esfaqueado dentro da igreja de San Gotardo, em Milão, por Giacomo e Giovanno De Trechis, em 1412. Banidos da cidade, buscaram refúgio em outra cidade. E foi em Cremona que Giacomo De Trechis iniciou a história da família, que se prolongou por mais de quinhentos anos. Inaugurado em 1496, o Palazzo Trecchi foi obra do arquiteto Giovan Donato Calvi, natural de Cremona. O projeto inicial era diferente da atual construção e sofreu diversas modificações durante os anos. Em 1843 o marquês Alessandro Trecchi apresentou um novo projeto aos órgãos públicos, e a nova construção modificou radicalmente a antiga planta do edifício. Após um período de abandono, Guido Grandellini comprou o prédio em 1989, com o objetivo de restaurar e abrir ao público como um centro cultural. Em 1990 o Palácio Trecchi passou aos marquese Guido e Alessandra Biandrà. A partir de então, um longo e caro trabalho de restauração foi iniciado e, apesar de ainda não estar completado, o edifício abriga hoje diversas atividades culturais, como cursos, palestras, exposições, concertos e espetáculos, além de ser disponível para casamentos e eventos privados. O sonho de Guido Grandellini, falecido em 19 de Junho de 1999 foi, finalmente, concluído. E a cidade de Cremona ganhou um espaço como poucos.
Fortalezas en Cremona
Monticelli D'Ongina
Monticelli D’Ongina, na província de Piacenza, fica a 20 km de Piacenza e a 10 km de Cremona. De construção romana, foi feudo dos poderosos de cada época e chegou aos nossos dias acumulando tradições e ruas tranquilas. É um município com pouco mais de cinco mil habitantes, espalhados pela zona agrícola e pelas frações, que são distritos do município além do perímetro da cidade. Sabe aquele lugarzinho onde parar para almoçar ou para um passeio em uma tarde de primavera, com praças, arquitetura para admirar e colinas? É Monticelli D’Ongina. Aliás, a palavra monticelli é diminutivo de colina, mas a cidade fica a 40 m do nível do mar. A bicicleta é o meio de transporte ideal para se conhecer a região. A cidade está em um percurso às margens do rio Po e se auto-declara como sendo a capital do alho. Pessoalmente prefiro o salame produzido na região, comercializado na fração de San Nazzaro pelo Salumificio Val D’Ongina, um dos meus preferidos. O castelo atualmente chama-se “Rocca Pallavicino Casali” e abriga dois museus. Rocca é fortaleza, em italiano, hábito comum de adicionar ao castelo o nome de nobres que comandaram a região. Se você se interessou pelo alho, informo que a festa anual acontece no primeiro domingo de Outubro. Se você se interessou em passear em um lugar tranquilo, cheio de tradições, gastronomia de qualidade e uma arquitetura atraente, passe uma tarde em Monticelli D’Ongina. Desde que não seja quinta-feira, quando o comércio local fecha e há dificuldade para tomar um simples café.
Praças en Cremona
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Atividades em Cremona
Civitatis
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89
WOW
Civitatis
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129
Impressionante
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O que visitar e o que fazer em Cremona



Esta cidade italiana foi relevante pela sua relação
histórica com luthiers, artesãos que produzem instrumentos de corda, e que de
alguma forma se reflete em muito do que há
para ver em Cremona. É uma cidade com muitos palácios, praças e museus mas
se quer começar uma rota pelos locais
para visitar em Cremona, recomendamos a Piazza del Comune, onde também pode
ver um dos monumentos a visitar em Cremona: a Catedral Duomo. É um exemplo da
arte Lombarda e o seu impressionante campanário, o Torazzo, que é o maior de Itália.
Outro dos locais a conhecer em Cremona é o Palazzo Munizipale, um palácio do
século XIII em reformado em estilo renascentista, do qual que destacam as
terracotas adicionadas durante o Renascimento. Também há outros locais para ver em Cremona, como os famosos
palácios Stanga e Affaitati, que são joias do século XVI. Sem dúvida uma das coisas a fazer em Cremona, se gosta de
arte, é uma rota pelos seus inúmeros palácios. E, além dos já citados, não
deixe de ver o Palazzo Fodri, cuja fachada é decorada com bustos de mármore e
frisos marciais.